sexta-feira, 9 de março de 2012

Decida Decidir!


Por Alexandre Prates
*


Nesses anos de atuação como coach, uma certeza se faz cada vez mais presente: nós somos fruto das nossas decisões. O que decidimos hoje determinará a nossa vida no futuro. Mas também aprendi outra lição: quando deixamos de decidir, ainda assim, estamos tomando uma decisão, pois a postergação também trará consequências e, geralmente, são mais prejudiciais do que as consequências de uma decisão equivocada. Uma decisão equivocada nos dá a chance de corrigir o problema, aprender e não repetir o erro. Já a falta de decisão aumenta o problema, tornando-o, na maioria vezes, irreversível.

E esse comportamento de postergação, quando se faz presente nas organizações, prejudica consideravelmente os resultados. Um profissional que não tem a capacidade de decidir, geralmente em¬purra o problema com a barriga ou transfere a responsabilidade para ou¬tras pessoas, gerando conflitos, insatisfação e, consequentemente, prejuízos. As indecisões no alinhamento das estratégias, na resolução dos problemas internos, no atendimento às solicitações dos clientes, enfim, em qualquer situação, por mais irrelevante que pareça, podem levar um pequeno problema a dimensões desnecessárias.

Decisão = Coragem + Responsabilidade

Imagine que você é funcionário de uma companhia aérea, o voo foi cancelado por problemas técnicos e os clientes estão diante de você cobrando uma solução. O que você faz?

1.    Prefere não fazer! É melhor que alguém responsável resolva.
- Você não teve coragem de se comprometer com a solução do problema. Se alguém resolver por você, a responsabilidade é dele.

2. Faço o que mandaram fazer! De maneira sucinta, independente se vão gostar ou não, transmito a mensagem indicada pela empresa.
- Você teve coragem de transmitir a mensagem, mas não responsabilizou-se pela resolução do problema. Se não gostarem, paciência, você está seguindo as normas da empresa.

3. Contorno o problema! Digo o que for preciso, podendo ou não cumprir, para acalmar os clientes.
- Você teve coragem para enfrentar a situação, mas não foi responsável o suficiente para encontrar soluções que efetivamente resolvessem a questão. Contornar o problema não é sinônimo de comprometimento com a empresa, e sim, de irresponsabilidade com a perenidade do negócio, afinal, uma situação mal resolvida cobrará o seu preço mais cedo ou mais tarde.

4. Resolvo o problema! Analiso todas as possibilidades, converso francamente com os clientes e somente me dou por satisfeito quando encontrar uma solução para todos.
- Você teve coragem para encarar o problema de frente, comprometeu-se com o cliente e foi responsável ao buscar todas as informações necessárias para solucionar verdadeiramente a situação.

Decisão = Preparo

Por que muitas pessoas não tomam decisão? Por insegurança! A insegurança é fruto do medo, que por sua vez, é fruto do desconhecido. Portanto, quando temos que tomar uma decisão e não temos informação suficiente sobre o assunto, o medo se apresenta, gerando a insegurança, que gera a dúvida. Nesses casos, a melhor opção é “ficar em cima do muro” e não decidir.

Logo, o melhor caminho para uma tomada de decisão veloz e assertiva é o preparo. O preparo vem da observação, da experiência e da capacidade de buscar novas informações. O profissional que preocupa-se em conhecer as mais diversas áreas da empresa, a concorrência, o mercado e se atualiza frequentemente sobre as novas tendências da sua profissão, torna-se mais confiante e apto a tomar as melhores decisões no momento certo.

A coragem é fundamental para a tomada de decisão, no entanto, sem preparo, é inconse-quência. Ousar saltar de paraquedas é coragem, não preparar-se é inconsequência.

As organizações do futuro tendem a participar cada vez mais os colaboradores das decisões. As pessoas que adquirirem o hábito de analisar os cenários e tiverem a capacidade de julgar e decidir com velocidade e assertividade ganharão destaque e conquistarão espaços importantes nas estratégias organizacionais.

Decisão = Planejamento

Sabemos que algumas decisões requerem uma atitude imediata, muitas vezes, sem qualquer tempo para pensar adequadamente sobre o assunto. Nesses casos, o tempo que você investiu e investe no seu preparo lhe será muito útil.

Agora, quando você tiver a possibilidade de preparar-se mais adequadamente para tomar uma decisão importante, alguns pontos devem ser levados em consideração:

- O que eu ganho com essa decisão;
- O que eu perco com essa decisão? Como eu posso minimizar essas perdas?
- O que me garante que isso vai dar certo?
- Quais são os riscos dessa decisão? Como posso minimizar os riscos?
- De quem mais depende para que essa decisão apresente os resultados esperados? Se eu não puder contar com essas pessoas, o que eu posso fazer para que a decisão dependa apenas de mim?

Algumas dicas para tomar decisões com maestria:

- Cuidado com a impulsividade! Planeje-se para tomar decisões com segurança;
- Seja um agente de soluções - Atualize-se e busque novas informações constantemente;
- Alie ousadia e preparo para não tomar decisões inconsequentes;
- Não postergue! Entre em ação e faça as coisas acontecerem;
- Seja pró-ativo na busca de soluções! Não permita que a reatividade prejudique as suas decisões;
- Comprometa-se com as suas decisões. Por mais que você divida as decisões com outras pessoas, a responsabilidade pelos resultados é sua.

Por fim, tomada de decisão é a capacidade de preparar-se continuamente para se antecipar às constantes mudanças do mundo corporativo. Coragem, responsabilidade, preparo e planejamento são competências fundamentais para decidir certo e no tempo certo!

Um grande abraço e sucesso!

Alexandre Prates
@alexandre_ica

quinta-feira, 8 de março de 2012

Curso de Autoliderança e Consultoria em Projetos de Vida


Pessoal, em abril vai acontecer esse curso aqui em Goiânia, que é um curso fantástico para conseguirmos alcançar de uma forma muito especial nossa autoliderança.
Por meio de práticas e vivências, o curso nos mostra nossos auto sabotadores, nossas máscaras que usamos e principalmente nos revela nossas fortalezas e nossos objetivos tantos pessoais como profissional.

Vale a pena demais! Eu indico para todo mundo que quiser se conhecer cada vez mais e se tornar mais forte...... Vagas limitadas, quem tiver interesse entre em contato comigo!

Vocês vão se surpreender com o poder desse curso, podem ter certeza!

Abraço a todos,

Emerson Reinert

segunda-feira, 5 de março de 2012

O coach mais famoso do mundo


O americano Marshall Goldsmith, de 60 anos, faz o que poucos se atrevem a fazer: ele se tornou um especialista em mexer em times, ou mais especificamente em jogadores, que estão ganhando. Atualmente, ele é o mais renomado (e o mais caro) coach de executivos. Matemático de formação, com MBA e PhD em comportamento organizacional pela Universidade da Califórnia, em Los Angeles, nos Estados Unidos, Marshall ensina como ótimos profissionais podem se tornar ainda melhores. Entrevista da Revista Você S/A.

Como você define seu trabalho?
Minha área de especialidade é ajudar líderes bem-sucedidos na transformação positiva e duradoura de comportamento. Líderes com os quais trabalho recebem feedback confidencial de todos seus chefes, pares e subordinados e assim identificam o comportamento mais importante a ser transformado. Nós temos um processo de follow up [acompanhamento] muito disciplinado, pelo qual os líderes são monitorados no seu processo de transformação de comportamento, sendo julgados pelas pessoas certas.

Qual foi o caso mais complicado que você atendeu como coach? Foi o caso de um executivo que serviu de inspiração para o personagem de Gordon Gekko, no filme Wall Street. O ator Michael Douglas ganhou o Oscar de melhor ator com o papel de Gekko, para muitos a personificação da ganância. Ele era o estereótipo do banqueiro de investimento, considerado rude por todos ao seu redor. A sua pontuação no quesito respeito no tratamento as pessoas, medido por avaliação 360o, era de 1% de aprovação. Ao final de um ano no qual trabalhei com ele, sua avaliação subiu para 53,7%. Ele percebeu que o seu comportamento constituía um exemplo muito ruim para seus filhos. Ao não querer que eles agissem da mesma maneira, começou a mudar.

Qual é a diferença entre coaching e counseling? O que eu faço não tem nada a ver com terapia, cujo foco é o passado. Eu não trabalho com pessoas que estão a ponto de ser demitidas. São presidentes ou potenciais presidentes de companhias multibilionárias. Meu foco está no futuro, e não no passado. Portanto, eu não dedico tempo algum para falar sobre papai e mamãe, o que aconteceu na infância ou coisas do gênero.

Há uma frase do guru Peter Drucker que diz que o líder do passado sabe dar ordens, enquanto o líder do futuro sabe como pedir. Por que os gestores relutam em praticar esse ensinamento? Para conseguir transformar comportamentos, líderes precisam pedir feedback. Nas minhas aulas, pergunto aos alunos se eles consideram a satisfação do consumidor importante, e eles dizem que sim. Eles concordam que as empresas precisam escutar o consumidor para melhorar seu desempenho. Então lhes pergunto quanto tempo dedicam a perguntar como ser um melhor companheiro aos seus parceiros. A resposta é o silêncio total. O que me sugere que acreditamos na ideia de pedir feedback até o momento em que ele se aplica a nós mesmos. O que eu ensino é aplicar esse conceito a nós mesmos.

Recentemente, o senhor escreveu em seu site, na revista BusinessWeek: “Adicionar valor é um desafio clássico para pessoas inteligentes e bem-sucedidas. Como líderes, precisamos passar do papel de realizador para o de desenvolver pessoas”. Como se faz essa transição? Essa é uma das transições mais difíceis para os líderes, porque, para o grande realizador, tudo gira ao seu redor. Mas, para o grande líder, tudo deve girar ao redor dos outros. Essa transição é muito difícil porque o foco da atenção é completamente diferente.

Como fazer essa transição?
Uma das coisas que tento ensinar aos profissionais que treino é verificar se vão adicionar valor antes de falar. Outro dia, perguntei a um dos meus clientes o que ele havia aprendido sobre liderança. Uma lição difícil, ele disse, é que sugestões se transformam em ordens, independentemente de serem estúpidas ou não. O que eu ensino é olhar nos olhos da pessoa com quem estamos falando e perguntar a si próprio: “O comentário que estou prestes a fazer vai aumentar o comprometimento dessa pessoa?”. Se a resposta for não, por que, então, fazêlo? Há momentos em que esses comentários precisam ser feitos de qualquer forma, mas em outros, não.


Você trabalha com executivos bemsucedidos do primeiro escalão de grandes empresas. O que motiva essas pessoas a procurar um coach? No caso dos presidentes, o que eles procuram é como ser um bom exemplo. Nesse caso, o melhor que têm a fazer, para levar os demais a uma melhora de desempenho, é melhorar a si próprios a olhos vistos. Nesse processo, os funcionários tendem a reconhecer a necessidade de melhorar também. Tiger Woods, o melhor jogador de golfe do mundo, tem três coaches. Pessoas inteligentes estão sempre procurando melhorar, não importa o quão boas sejam.

O outro grupo de clientes que eu atendo são os potenciais presidentes. Esses geralmente precisam mudar um ou dois aspectos de comportamento. Há uma correlação inversa entre a necessidade de educação e o desejo de educação. As pessoas que mais querem ajuda, normalmente, são as que menos dela necessitam. As pessoas que mais precisam de ajuda são as que menos a querem. Eu lido com pessoas que não precisam [da ajuda de um coach], mas que a querem.

Você encontra algum tipo de resistência no processo de coach desses executivos? Eu recebo feedback das pessoas que trabalham com esses executivos e eu os desafio a definir o que eles querem mudar. Eu não tento convencêlos, nem coagi-los. Se eles não estiverem dispostos a passar pelo processo, eu digo adeus.

Como o processo com esses executivos pode servir de lição a pessoas interessadas em promover mudanças de comportamento? Meu próximo livro vai se chamar Mojo. Ele trata do espírito positivo que certas pessoas emanam de dentro pra fora. Uma das qualidades das pessoas de muito sucesso é que elas fazem duas coisas ao mesmo tempo. Elas se dedicam a algo que produz satisfação de curto prazo, ou felicidade, e ao mesmo tempo produzem resultados de longo prazo, ou conferem significado as suas vidas.

A crise impactou seu trabalho? Antes da crise financeira, as solicitações eram três vezes superiores aos dias que eu tinha disponíveis para atender clientes. Agora eu tenho uma vez e meia mais solicitações do que dias disponíveis. Continuo com a agenda lotada.

Que sinais podem nos ajudar a identificar que uma mudança de comportamento é necessária? Você pode nunca ter tais sinais. O que eu sugiro é incorporar o hábito de pedir feedback às pessoas.

Fonte: Revista Você S/A.

quinta-feira, 1 de março de 2012

As outras 5 regras para ser um Novo Rico


Vamos então, sem mais conversa às outras 5 regras para quem quer ser um Novo Rico (esse post é a continuação do post abaixo.... caso esteja voando, pode ler o texto de baixo primeiro), segundo o livro "Trabalhe 4 horas por semana" de Thimothy Ferriss que são regras bem interessantes para se dar bem na vida.

6) Enfatize os pontos fortes, em vez de corrigir as fraquezas: "Foque-se num uso melhor de suas melhores armas, em vez de focar-se em reparos constantes" diz o autor. É simples assim, muitas vezes nos concentramos demais nos que somos piores e deixamos de priorizar o que somos bons e assim podemos estar perdendo muitas oportunidades.
Parecido com o vestibular, se vai estudar talvez seja melhor você focar em tirar notas máximas nas matérias que você é bom e pelo menos não zerar o restante do que se preocupar demais em estudar matérias que você não é bom e acabar sendo razoável em tudo. Você deve sim desenvolver seus pontos fracos, mas cuidado para não enfatizar somente nisso.

7) Coisas em excesso tornam-se o oposto:
" Pacifistas tornam-se militantes
Ativistas pela liberdade se tornam tiranos.
Bênçãos se tornam maldições.
Ajudas se tornam estorvos.
Mais se torna menos."
De menos é mais, Goldian VandenBroeck
Precisa explicar não né? Água faz bem, mas até ela em excesso pode ser um problema, num é mesmo!?

8) Dinheiro somente não é a solução: Nesse ponto ele defende o seguinte "Em parte, isso é preguiça, "Ah se eu tivesse mais dinheiro", é o jeito mais fácil de adiar o auto-exame profundo e a tomada de decisões necessários para criar uma vida de prazer - agora, não depois."

9) Renda relativa é mais importante do que renda absoluta: Aqui ele fala de um conceito que ele desenvolve em todo livro de que temos que sempre trabalhar menos para ganhar mais, isso é o mais importante do livro. Conseguir dinamizar nossas ações, ao invés de nos matarmos de tanto trabalhar. Acho que todo mundo busca isso né!? Será? Essa é a pergunta o que estamos fazendo realmente para atingir isso!?

10) Estresse é ruim, eustresse é bom: Ele fala que preocupações excessivas, pessoas que só sabem te criticar, patrões que só cobram esses são os tipos de estresse ruim, mas que todo nós temos que ter um nível sim estresse e preocupação em relação a como estamos levando nossa vida profissional e social, nos preocupar positivamente em sempre nos desenvolver, esse é ponto.

Bem, são essas as dez dicas ou regras deste livro que como falei foge um pouco a nossa realidade, mas que dúvida faz questionarmos onde queremos chegar e onde realmente podemos chegar.

Qualquer pergunta e questão, estou à disposição sempre.

Obrigado a vocês!

Emerson Reinert

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Trabalhe 4 horas por semana....



Pessoal, comecei a ler um livro interessante essa semana, "Trabalhe 4 horas por Semana" de Thimothy Ferriss, que promete nos entregar a fórmula de como trabalhar somente poucas horas por semana e nos tornarmos ricos.

Ainda não cheguei ao fim do livro e nem descobria tal fórmula, enfim, ainda não fiquei rico, mas, lendo o livro já no começo eles nos "entrega" 10 regras de quem quer ser o que ele define no livro de um Novo Rico, que trabalha pouco e ganha muito.


E achei que cabe bem neste blog as regras, com algumas ressalvas apropriadas ao coaching, então aí vai:


1) Aposentadoria é o seguro para o caso de acontecer a pior das hipóteses: Durante todo livro, o autor prega que não devemos guardar tudo e muito menos esperar para viajarmos ou ser realmente felizes somente quando nos aposentar. Ele defende mini-férias constantes, intercaladas com trabalho. O bom dessa dica é o não ficar esperando e fazer agora o que se quer, usar a melhor roupa, comer no melhor restaurante, essas coisas. Eu acho interessante.


Ele fala algo interessante: "Está subentendido na aposentadoria que você não gosta do que está fazendo durante os anos de maior vigor físico de sua vida. Isso é um erro fundamental: nada pode justificar esse sacrifício".


2) Interesse e Energia são cíclicos: Aqui ele coloca o que todos sabemos que nossos interesses e energias vão e vem, não são uma constante. Eles mudam se transformam e que por isso é preciso estar sempre evoluindo e empreendendo quando sentir que se tem energia para isso.

3) Menos trabalho não significa preguiça: Pra começar ele define preguiça como "suportar uma existência não-ideal para deixar as circunstâncias ou que os outros decidam sua vida por você, ou amealhar uma fortuna enquanto passa pela vida como espectador, vendo-a da janela de um escritório."

Ele defende que sempre há um jeito de se trabalhar com mais produtividade no fundo do fundo de cada uma de nossas cabeças, assim trabalhar menos para ganhar mais.

4) A noção que se tem do tempo nunca está correta. "Para as coisas mais importante, nunca temos certeza se é a hora certa." É aquilo, será que é a hora certa de trocar de emprego, de pedir em casamento, de ter um filho. Ele coloca o seguinte uma frase da mãe dele respondendo quando ela decidiu que era hora para se ter um filho: Isso era algo que queríamos e decidimos que não havia porque posterga-lo. Nunca se sabe a hora certa de ter um filho." Penso que é assim, temos que medir os riscos sim, mas temos que acima de tudo agir.


5) Peça perdão, não permissão: Isso é para empreendedores. E pode gerar polêmica, mas o que ele defende é que nem sempre as pessoas ao seu redor ficarão satisfeitas com suas decisões e ações. E muitas vezes quem está ao nosso redor tentará nos fazer desistir de algumas coisas, então ele defende que é melhor fazer e depois se desculpar, pois pelo menos você tentou, do que simplesmente não fazer.


Bem, como este post tá ficando grande amanhã passo as outras 5 "regras", ah não ser que você compre o livro e vai ler, mas enfim, até onde li o livro é muito bom, um pouco além do que nosso imaginário comum nos deixar aceitar, mas às vezes é preciso sair do comum mesmo.

Então até amanhã!

Emerson Reinert

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

A Dama de Ferro com Gastrite



Ontem vendo o filme a "Dama de Ferro", que inclusive concorreu e ganhou um Oscar de Melhor Atriz, até onde sei, uma frase quase no fim do filme me chamou atenção e me fez ver como nossos pensamentos são importantes e como eles determinam mesmo nossa vida. Segue a frase:

"Cuidado com seus pensamentos, pois eles se tornam palavras. Cuidado com suas palavras, pois elas se tornam ações. Cuidado com suas ações, pois elas se tornam hábitos. Cuidado com seus hábitos, pois eles se tornam o seu caráter, e cuidado com seu caráter, pois ele se torna o seu destino. O que nós pensamos nós nos tornamos."

E isso geralmente é verdade, pra não querer se dono da verdade absoluta e dizer que sempre é verdade.
E o que mais me assusta é que já viram o tanto de pensamentos negativos que temos.

"Eu não sou bom o suficiente", "Eu não dou conta", "Que preguiça de ir pra academia",
"Deixa pra depois", "Ela está mentindo pra mim", "Qual é o interesse por trás dessa boa ação?"

e assim mais um milhão desses que passam na nossa cabeça e às vezes nem nos damos conta.

E como cortar isso? Começar a viver e a pensar em outro padrão!? Bem, sinceramente aos poucos vou descobrindo, mas ainda está um pouco longe de eu ter a fórmula ideal para passar para vocês. Mas, prometo que se descobrir passarei para vocês.

Pior é escrever isso para vocês do meio de uma crise de gastrite que me pegou de jeito. Daí, eu já comecei a pensar, como eu me dei ou deixei ter uma crise de gastrite logo agora que estou com um monte de projetos e com um monte de coisas boas acontecendo? Isso é uma contradição!

Daí, pensando aqui e remoendo um pouquinho a dor que estou sentindo acabo confessando que não, não é uma contradição.

Pois, muitas vezes quando muita coisa começa a dar certo e quando estamos muito envolvidos em várias coisas diferentes, nós começamos a achar que não vai dar certo e aí, aí já viu né, invertemos as coisas boas em um monte problemas que agora temos que resolver e confesso que pequei em pensar desse jeito.

Daí não deu outra, crise! Lógico que a má alimentação durante boa parte do carnaval, comendo coisas prontas e feitas no microondas também contribuíram!

Então, porque tô falando disso tudo mesmo?

Porque tudo se conecta, se começamos a refletir quais são os tipos de pensamentos mais comuns que estamos tendo ultimamente e se olhamos como está nossa vida.

Eles vão moldando nossas atitudes, ações e assim por diante. E o que isso tudo tem a ver com COACHING?

É simples, quando você inicia um trabalho de coaching você liga o auto-observador e começa a analisar suas ações de outra forma e também com uma outra pessoa te ajudando a analisar isso tudo de maneira diferente. Acontecendo isso você começa a perceber os pensamentos que não te ajudam em nada e que mesmo assim você pensa neles todos os dias, estranho né!?

Mas, é por aí.

Parem e prestem atenção quantos pensamentos negativos passarão por vocês nos próximos 5 minutos.

Bem, é isso. Onde eles nos levarão e onde queremos chegar?

Sempre devemos pensar nisso.

Obrigado por lerem e boa semana a todos!

Emerson Reinert

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Ação, ação e ação!



Nós poderíamos ficar parados, no sofá, assistindo tv, novelas ou bbb quem sabe? Mas, até onde vamos com isso?
Essa é a pergunta que temos que fazer. Nós podemos ficar nos nossos empregos que não nos agradam muito, mas também não nos exigem muito, mas e ai!?
Nós podemos ou poderíamos deixar nosso tempo simplesmente passar e chegar lá na frente e um dia que sabe, chegar a conclusão que talvez se tivéssemos mais ação, chegaríamos mais longe e até mesmo ter ajudado mais gente.
Tudo depende de uma palavra: AÇÃO. Porque, não adianta você só querer, só decidir, só planejar, só desejar, você tem que fazer!
E sim, tudo é bem complicado, se assim a gente quiser que seja. Então, porque simplesmente não paramos de inventar um monte de desculpas e começamos realmente a agir.
E tudo pode começar muito facilmente, com uma simples pergunta, o que posso mudar ou começar a fazer hoje que vai me levar direto, sem desvios a onde quero chegar!?

E agora que o carnaval passou,  e o ano começou (de verdade) sugiro a leitura ou releitura do Planejamento Coaching 2012.

Eu estou pronto, vamos juntos!?

Emerson Reinert
 
;